Escola: Escola Municipal Nestor Victor
Docente: Marli Monte e Rodrigo Viana
CRE: 10ª CRE
Etapa: Etapa 1
Estudantes engajados: 30
Data: 03/06/2024
Segmento: Ensino Fundamental 1
Disciplina(s): Ciências, Outros
Rio: Sem nome
Descrição das atividades / Gratas surpresas: DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES/GRATAS SURPRESAS: No dia 03-06-2024, finalmente, conseguimos concretizar nossa tão esperada visita ao rio mais próximo de nossa escola (Escola Municipal Nestor Victor). A turma 1302 do 3ºano do ensino fundamental caminhou cerca de 200 metros do colégio até a parte acessível do rio, uma faixa de, aproximadamente, 25 metros, às margens da Estrada da Pedra, onde o rio corre a céu aberto. Embora tenhamos constatado, durante nossa visita e em levantamentos anteriores, que é um patrimônio hídrico, poluído pelo despejo de esgoto doméstico, cercado por construções e em grande parte manilhado, desde o ponto onde nasce até sua entrada no manguezal da APA das Brisas, onde se encontra assoreado. Os alunos puderam observar que, mesmo com todo descaso com que a população tem lidado com o rio, há a presença de pequenos peixes, que resistem bravamente a má qualidade da água e ao lixo e, ainda, ouviram o relato de moradores sobre a presença de capivaras e outros animais, que vivem próximos ao rio, na área de mata. Nesta mesma ocasião, fomos até onde o rio deságua, na Baía de Sepetiba. Caminhamos cerca de 15 minutos até a beira da Praia da Ponta Grossa, uma vista linda. Não conseguimos encontrar, visualmente, sua foz, pois a mesma se encontra em área de manguezal, inacessível ao nosso grupo de exploradores. O impacto causado pela dicotomia entre tanta beleza natural e a inviabilidade, gerada pela ação antropocêntrica de se poder desfrutar deste patrimônio, causou uma série de questionamentos relevantes em nosso grupo de pesquisa, como, por exemplo, o fato de se procurar lazer distante do bairro onde se mora, quando há tantas opções próximas de casa.